sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Leishmaniose Humana, diagnóstico recente de casos

A minha ida a palestra do Dr. Leonardo Maciel gerou um movimento em cadeia que eu não esperava.

Desde que tomei consciência da minha responsabilidade social sobre o assunto, tornei-me uma militante contra a leishmaniose. Informo quem posso. Acredito que só conhecimento é capaz de transformar a atitude das pessoas.

Meu pai fez exames em suas vira-latas adotadas da rua.
Por sua vez, a Sônia, administradora do Projeto Pão-Forte que trabalha com ele há muitos anos, ouviu tudo sobre leishmaniose, que ele contou e divulgou para sua família, que também levou seus cães para serem avaliados.

Meu tio vai fazer exames em suas cadelas. Minha tia, que trabalha com comércio, está espalhando a notícia.
Meu ex-marido - que tem a guarda compartilhada do Akin - já providenciou o exame dos cães de sua família.

(...)

Meu pai me ligou agora, à tarde, e disse que foram notificados vários casos de leishmaniose humana em uma cidade da Grande Belo Horizonte, chamada Vespasiano.
No Brasil, a zoofilia (preferência) do mosquito é por CÃES, mas, quem garante que eles não podem mudar de idéia e resolver picar todos nós?

Existe uma forma mutante (adaptativa) do protozoário que afeta adultos jovens, não só pessoas imunodeprimidas, crianças ou idosos. Felizmente, essa forma AINDA não está disseminada.
Portanto, é nossa responsabilidade social procurar por atendimento que faça o diagnóstico do cão.
No caso de cães soronegativos para a doença, medidas de prevenção devem ser tomadas (vacina, coleira scalibor, protector).
No caso de cães soropositivos para leishmaniose, o proprietário deve optar, o mais breve possível, pela eutanásia ou tratamento do animal.