sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Leishmaniose Canina - Parte XII

Em abril deste ano, a gripe suína - influenza A, subtipo H1N1 - tornou-se epidemia no México.
Hoje, 05 (cinco) meses depois e mais de 7000 km de distância das terras mexicanas, as empregadas da minha casa já tiveram.
Isso comprova a teoria de que, em tempos atuais, bastam apenas 03 (três) meses para que uma epidemia se alastre por todo o planeta.


Por isso me pergunto:


Por que algumas pessoas teimam em dizer que
"na minha cidade não existe leishmaniose"?


A maior parte do estado de Minas Gerais é considerada região endêmica, o mesmo pode-se se dizer com relação à região nordeste, norte e centro-oeste do país.
O Estado de São Paulo apresenta várias cidades endêmicas, várias cidades da grande São Paulo estão com muitos casos - Cotia, Embú, Alphaville, por exemplo - e a cidade de São Paulo começa a apresentar números crescentes da doença.
Rio de Janeiro e Espírito Santo estão na mesma situação.
Se a doença chegou a Rio Grande do Sul, extremo de nosso país, porque não chegaria a outros lugares?

O transporte rodoviário é muito intenso em nosso país.
Milhares de mosquitos contaminados podem viajar pelo Brasil, escondidos em caminhões. Cães e pessoas existem por toda parte. Não é difícil disseminar a doença.


Por isso, faça a sua parte:
- vacine seu cão contra leishmaniose
- utilize a coleira scalibor e/ou outros repelentes (cipermetrina)
- proteja sua família, da dengue também, com aparelhos de protector pela casa.



The distribution of visceral leishmaniasis (VL) worldwide - 2004


* Leia mais sobre LEISHMANIOSE CANINA