terça-feira, 22 de setembro de 2009

Novos paradigmas sobre a vacinação I

Não foi despropositadamente que fiz a seguinte citação em um post passado:


"...Eu gostaria de conscientizá-los que todas as 27 (vinte e sete) escolas de veterinária na América do Norte estão em processo de mudança de seus protocolos para vacinar cães e gatos. Algumas dessas informações serão um desafio ético e econômico para os veterinários, e haverá os céticos. Algumas multinacionais firmaram um compromisso político, sugerindo a vacinação a cada 3 anos temendo a perda de renda versus alguns políticos preocupados com potenciais efeitos colaterais. Entretanto, a política, os hábitos ou o bem-estar econômico dos médicos veterinários não deveriam ser fatores decisivos... "


Segundo a Drª Jean Dodds e muitos outros pesquisadores, com muitos artigos publicados em periódicos científicos, a revacinação anual de cães e gatos, além de desnecessária, é agressiva ao organismo. Há de se considerar, também, o fato de que muitas vacinas são feitas sem a devida indicação, segundo a citada doutora.

Ainda de acordo com a Drª e demais pesquisadores, a imunidade conferida pela vacina contra raiva, cinomose e parvovirose perdura por, no mínimo, 3 anos.

Minha pergunta: POR QUE SE FAZ REVACINAÇÃO ANUAL? Certamente, você está fazendo a mesma pergunta aí...)


Acredito que ainda há quem pense: "Mas, ah! É só uma vacina. Se não fizer bem, mal não faz!"

Aí é que está o problema... A primeira coisa a mudar na mentalidade das pessoas é que as vacinas não são desprovidas de efeitos nocivos. Segundo os pesquisadores, a vacinação confunde o sistema imune e a over-vaccination (excesso de vacinação) pode levar a quadros de patologias auto-imunes, que os veterinários, inadvertidamente, explicam como "uma questão genética" ou "coisas da idade". Essas respostas auto-imunes podem manifestar-se como alergias, gastroenterites crônicas, epilepsia, alteração de comportamento, tipos diversos de leucemia, tumores, alopécia, coceira e uma gama enorme de sintomas. Os problemas conhecidos pela over-vaccination são conhecidos como vacinoses.


Vacinose e reação vacinal são fenômenos completamente diferentes.
Reação vacinal é o efeito adverso que ocorre imediatamente ou em um curto período de tempo após a aplicação da vacina. Exemplo: dor local, perda de pelo no local da aplicação, coceira e, até, choque anafilático.
Vacinose é a doença crônica decorrente da vacinação.


Obviamente, aceitar o novo esquema vacinal vai ser um enorme desafio porque as empresas (multinacionais e nacionais) querem vender vacinas, alguns veterinários prezam pelos cofres cheios à ética profissional, e acabam por imbuir insegurança aos seus pacientes. Aliás, eu mesma, ao conversar informalmente com um veterinário, já escutei: "Isso não vai 'colar' aqui. Todo mundo gosta de vender vacina, porque a margem de lucro é alta." (...)


Comece a pensar sobre isso.
Em breve, mais posts.




"Nenhuma mente que se abre para uma nova idéia voltará a ter o tamanho original"
Albert Einstein

CHANGING VACCINE PROTOCOLS