sábado, 2 de outubro de 2010

Invertendo papéis

Imagine que, por alguma razão desconhecida, você tenha sido separado(a) da sua família e adotado(a) por outra bem diferente.

É hábito nessa família que todos andem nus e exigem de você o mesmo comportamento!

Eles relacionam-se de maneira muito “estranha”...  são de poucas palavras e muitas atitudes. Têm o hábito de cheirar os genitais alheios – cheiram os seus muitas vezes e fazem montas que parecem sexuais, mas, estranhamente, não são.

Brincam através de fortes mordidas, corridas, saltos, esbarrões – há muita energia envolvida. O afeto não é manifestado com beijos e abraços... estranhamente, eles se lambem na orelha, na boca, em outras partes da face e do corpo. Curiosamente, as demonstrações de afeto mais importantes são as subjetivas e não as explícitas.

Você é alimentado com restos de animais mortos e não há outra opção.

Quanto tempo você suportaria essa situação sem enlouquecer? Agora, inverta a situação e coloque-se no lugar de um cão que é tratado como ser humano.




TRATE SEU CACHORRO COMO CACHORRO.