quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Castração não altera instinto

Segue parte de um e-mail de uma mamãe Ville Chamonix, que também é mamãe de um pastor alemão da criação Phanomen:

O Vronski está enorme, o instinto de proteção dele é muito forte! Ele já andou enquadrando alguns pedreiros que vieram fazer serviço na casa, rolou até dentada, viu? Ele é muito dócil e meigo, mas se desconfia que uma pessoa representa perigo para quem ele gosta, ele enquadra mesmo. Ele não tem medo, um dos pedreiros tentou se defender partindo para cima dele e aí o bicho pega literalmente...rsss. Quanto maior a investida para cima dele, maior a resposta. O mais impressionante é que ele não fez 4 meses ainda, com a gente é um bebezão, chorão, grudadíssimo com a Alice, mas para proteger a família ele vira homem mesmo, muito engraçado! Filho de Arco, Arquinho é...rsss. Ele nem tem saco ainda direito (rssss) e, na minha opinião, isso mostra como o trabalho de proteção está muito ligado à linhagem, desmistificando um pouco o mito da castração de cães de guarda, embora a Kathleen não recomende a castração antes de 1 ano de idade. E mostra também como o trabalho da Kathleen e do Leandro é impecável mesmo.
(os realces no texto são meus)


Alice e Vronski


Impossível não admitir o orgulho que sinto dos humanos de estimação dos meus filhotes.