quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Os cães e os presentes de Natal



Animal não é brinquedo!

Você decide por aquele lindo filhote, com a certeza de que será um presente perfeito.

Talvez até seja, aparentemente, nos primeiros dias (ou primeiras horas!), até o presenteado "perceber" que o bebê não faz apenas coisas fofas, mas também late de madrugada, faz cocô e xixi em locais inadequados, solta pelos, quebra coisas, faz bagunça, fica doente, dá trabalho e despesa. E se torna um inconveniente na hora de viajar. E aí, o que fazer?

O período após o Natal é a temporada de animais abandonados. Pressionados pelas crianças, muitos pais adquirem filhotes de animais como presente. No fundo, muitos têm esperanças de que os animais ensinarão aos filhos a ter mais responsabilidade, afinal, o compromisso é sempre de que a criança vai incumbir-se de cuidar do cão. A rotina do dia a dia, entretanto, é diferente. Raramente, criança desempenha bem as tarefas, o filhote rói móveis e roupas, faz suas necessidades no tapete da sala e chora no meio da noite. Irritados, pais e mães logo se veem na compulsão de livrar-se do intruso. A primeira tentativa é de passar o problema para frente. Querem doar para o avô, o tio que tem chácara, o porteiro do prédio e, diante da total impossibilidade, alguns optam pelo abandono.

Decidir criar um animal é uma responsabilidade imensa, que pode durar mais de 15 anos. É uma decisão pessoal que deve envolver muita pesquisa e reflexão. Criar um animal de forma adequada não sai barato. Emergências não escolhem hora e podem nos custar pequenas fortunas. A decoração da casa nunca mais será a mesma. É como ter um filho que nunca cresce. É maravilhoso, mas tem seu preço. Tudo isso deve ser levado em conta ANTES de tomar a decisão de levar um animal para casa. E a decisão deve ter a anuência de todos os outros moradores da casa!



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